O Café Politik surgiu do acirramento político ocorrido no Brasil em meados dos anos 10 do século XXI.

A eterna sina do país do futuro, que dá um passo pra frente, dois pro lado e um pra trás, nos motivou a criar um espaço para discussões políticas e econômicas sem o viés editorial imposto pelas grandes publicações.

Nossos redatores possuem backgrounds ideológicos distintos e estão totalmente livres para expor suas idéias, experiências e projeções astrais para o futuro da nação e do mundo.

Não temos a pretensão de convencer o leitor, mas de enriquecer o debate. 

Seja bem vindo e, como tudo na vida, aprecie com moderação!

PMDB

 

O já esperado desembarque do PMDB do Governo é sem dúvidas oportunista. Tal adjetivo é talvez o mais apropriado para descrever este aglomerado político, não o PMDB de Ulysses Guimarães ou de anos anteriores, mas sim o que se tornou o PMDB desde o início da década passada. Me recuso a chamar esta entidade, sem qualquer corte ideológico claro, de partido.

É sem dúvidas a mais fisiológica, inchada e inoperante legenda com presença no parlamento. Sendo o único objetivo manter-se no poder, não haveria como esperar outra atitude do PMDB. O segundo mandato Dilma, que sequer começou, já acabou.

Feitas estas considerações, Temer, com todas suas mazelas, apresenta a meu ver uma maior capacidade de articulação que permita o Brasil reencontrar seu caminho para o crescimento econômico.

Como o vice-presidente será alçado ao posto de chefe do executivo ainda está um pouco nebuloso do ponto de vista jurídico. A solução menos pior seria a renúncia de Dilma, algo que ela já deixou claro que não vai fazer.

Desta maneira, há de se aguardar para que os fundamentos do pedido de impeachment possam ser avaliados com clareza sob o prisma jurídico-constitucional.

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Terrorismo